Esta é a rosa do deserto que mais sai da bancada. A flor abre dobrada, com fundo creme e listras rosa que escurecem no sol forte — duas plantas nunca saem exatamente iguais, porque a listra depende da temperatura na semana em que o botão abriu.
O que você leva daqui já tem caudex formado: aquela base engrossada que guarda água e dá a silhueta de bonsai. Não é uma muda de sementeira que vai levar três anos para ficar bonita.
Como manter no seu quintal
A rosa do deserto morre muito mais de água do que de sede. O substrato precisa secar por completo entre uma rega e outra — enfie o dedo dois centímetros na terra; se sair úmido, espere.
- Sol: no mínimo quatro horas de sol direto. Sem isso ela vive, mas não floresce.
- Vaso: sempre com furo e prato seco. Água parada no prato apodrece a raiz em uma semana.
- Substrato: drenante, com areia grossa ou perlita. Vendemos o nosso já pronto.
- Adubo: NPK 04-14-08 a cada 45 dias na primavera e no verão. É o fósforo que empurra a florada.
Poda
Depois da última florada do verão, corte os galhos pela metade. Parece agressivo, mas é assim que ela ramifica e volta com o dobro de botões. Use tesoura limpa e deixe o corte secar ao ar; não passe nada em cima.
Cuidado com pets e crianças: toda a família Adenium tem seiva leitosa tóxica se ingerida. Não é um problema para plantas em prateleira alta, mas vale saber antes de levar.